quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Expressões Idiomáticas 2 - com desafio menor

Leiam o artigo do DN sobre o Panteão Nacional, é impossível não saberem depois que expressão idiomática ligamos a este monumento. 


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4 comentários:

  1. Interessante artígo, Susana.
    É verdade que às vezes, custa lidar com a ideia da morte, mas com certeza é belo vê-lo como um lugar onde celebrar a vida porque é alí onde estão os objectos que identificam os heróis do Panteão: a guitarra de Amalia Rodrigues, as chuteiras de Eusebio, a espada de D. Afonso Henriques.....
    A expressão de que falas, acho que será: "É como as obras de Santa Engracia" para fazer referência a aquilo que não tem fim.

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  2. Boa tarde, concordo com Nani. 'Ser como as obras de Santa Engracia' é usada para aquilo que não tem fim, como por exemplo, A Sagrada Familia de Barcelona. Nós, na Espanha, temos a expressão "ser como la obra del Escorial" acho que tem o mesmo significado.

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  3. suponho, como a Ana disse, que é esse o senso da expressão. Não sabia da história do panteão da Santa Engracia, mas sim da expressão da "el Escorial", porque Franco o fez construir, muito devagar, com o trabalho de pressos das cadeias espanholas.

    Deixo-vos cá uma, um bocado mais "rural", digamos assim, que a minha mãe usava para se referir a essas coisas que tanto duram:"...mais que uns cornos pendurados"(imagino eu que duma parede ou até do pescoço). Tinha razão, pois não?

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  4. Susana Abrantes Pereira19 de dezembro de 2016 às 12:40

    É essa mesmo, meninas, já disse eu que esta era muito fácil. ;)

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