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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Palavras - Aulas 11 e 12

Nas aulas 11 e 12 debruçámo-nos sobre as palavras - aquelas que nos permitem pensar e comunicar, os elementos primordiais quando aprendemos uma língua. Foram dois os vídeos com que trabalhámos, um sobre palavras favoritas (e não tão favoritas) e outro sobre palavras intraduzíveis. Aqui estão eles:

A minha palavra favorita:


Origem: TV Folha - O Tamanho da Língua


Palavras intraduzíveis


Origem: BBC News Brasil

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O Sérgio está a chegar

Para irem abrindo o apetite para a próxima terça no MEIAC.



E já agora, reparem na quantidade de expressões coloquiais e/ou idiomáticas, estrangeirismos, palavras difíceis e partículas de reforço que ele consegue meter numa só canção. 
Letra aqui

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Mia Couto 11

Salvar é uma grande palavra. E amor é uma palavra ainda maior. Grandes palavras escondem grandes enganos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Mia Couto 4

A nossa língua comum foi construída por laços antigos, tão antigos que por vezes lhes perdemos o rasto.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Autor do mês - Mia Couto

Mia Couto, pseudónimo de António Emílio Leite Couto é um biólogo e escritor moçambicano.
Mia Couto nasceu e foi escolarizado na Beira, em Moçambique. Adotou o seu pseudónimo porque tinha uma paixão por gatos e porque o irmão não lhe sabia pronunciar o nome. Com catorze anos de idade, viu alguns poemas seus serem publicados no jornal "Notícias da Beira" e três anos depois, em 1971, mudou-se para a capital moçambicana Lourenço Marques (agora Maputo). Iniciou os estudos universitários em medicina, mas abandonou esta área no princípio do terceiro ano, passando a exercer a profissão de jornalista depois do 25 de Abril de 1974. Trabalhou na Tribuna, na revista Tempo e no jornal Notícias. Foi nomeado diretor da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e formou ligações de correspondentes entre as províncias moçambicanas durante o tempo da guerra de libertação. Em 1983, publicou o seu primeiro livro de poesia, Raiz de Orvalho, que, segundo algumas interpretações, inclui poemas contra a propaganda marxista militante. Dois anos depois, demitiu-se da posição de diretor para continuar os estudos universitários na área de biologia.
Além de considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique, é o escritor moçambicano mais traduzido. Em muitas das suas obras, Mia Couto tenta recriar a língua portuguesa com uma influência moçambicana, utilizando o léxico de várias regiões do país e produzindo um novo modelo de narrativa africana. Terra Sonâmbula, o seu primeiro romance, publicado em 1992, ganhou o Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos em 1995 e foi considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX por um júri criado pela Feira do Livro do Zimbabué. Foi fundador de uma empresa de estudos ambientais da qual é colaborador.
Em 2013 foi homenageado com o Prémio Camões, que lhe foi entregue a 10 de Junho no Palácio de Queluz pelas mãos do presidente de Portugal Cavaco Silva e da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.
Mia Couto tem uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crónicas.
Muitos dos livros de Mia Couto são publicados em mais de 22 países e traduzidos em alemãofrancêscastelhanocatalãoinglês e italiano.
É sócio correspondente, eleito em 1998, da Academia Brasileira de Letras, sendo sexto ocupante da cadeira 5, que tem por patrono Dom Francisco de Sousa.

Como biólogo, dirige a Avaliações de Impacto Ambiental, IMPACTO Lda., empresa que faz estudos de impacto ambiental, em Moçambique. Mia Couto tem realizado pesquisas em diversas áreas, concentrando-se na gestão de zonas costeiras. Além disso, é professor da cadeira de ecologia em diversos cursos da Universidade Eduardo Mondlane (UEM). 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

NA 2 - Interrupção à portuguesa

Como falámos na aula no último dia, e para quem não conhecia a notícia, faz parte deste tema que estamos a ver.
Noutros países as pessoas interrompem as sessões parlamentares, como ato de protesto, gritando para se fazerem ouvir, porque sentem que não têm voz normalmente. Por vezes tais protestos funcionam, em muitas outras não passam de um incidente mais que não ficará na memória.
Em Portugal, "país de brandos costumes", "jardim à beira-mar plantado", quando fazemos revoluções pomos flores nos canos das espingardas e não derramamos sangue, e quando protestamos na Assembleia da República, fazemo-lo a cantar e com o espírito de Abril bem presente.
É com o peito a rebentar de orgulho, pela demonstração pacífica, que vos deixo o video seguinte e aqui podem ler a notícia.



E foi depois desta primeira vez, e por repetição da prática, que os portugueses inventaram um novo verbo, o verbo GRANDOLAR.