Sonsoles, esta é para si!
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Autor do mês 7
"Quero ficar no teu corpo feito tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava"
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava"
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Autor do mês 6
"Quando nasci veio um anjo safado
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim"
O chato dum querubim
E decretou que eu tava predestinado
A ser errado assim
Já de saída a minha estrada entortou
Mas vou até o fim"
sábado, 21 de novembro de 2015
Chico e o 25 de abril
Aqui têm as duas versões de Tanto Mar, a canção que o cantautor brasileiro fez para a revolução portuguesa -a primeira de esperança e a segunda de desalento - há também uma pequena entrevista do Chico.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Elevador do futuro e outras coisas futuristas
Ou bem que os jornais se unem para nos ajudar a aprender as temáticas que necessitamos, ou então estamos a abordar temas do quotidiano. Vejam lá o que encontrei ontem ao ler o jornal Público. Andamos nós entre robôs, humanos, carros e casas do futuro, e vêm estes senhores contar-nos como vão ser os elevadores.
Foto de http://www.tudocelular.com/
Notícia sobre os elevadores do futuro (basta clicarem na ligação anterior e direcciona-vos para a notícia)
Moto que não cai:
Carro do futuro na China:
Moto que não cai:
Carro do futuro na China:
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terça-feira, 10 de novembro de 2015
NA 2 - Olhó robô!! (Republicado)
Parece que é o que nos toca discutir ultimamente e o jornal Público publicou esta notícia de que podem gostar.
Notícia: Robô rececionista japonês
O que vos parece? Vocês gostavam que os robôs nos substituíssem? Em que áreas sim e em quais não? Abro o debate.
Autor do mês 2
"Hoje na solidão ainda custo
A entender como o amor foi tão injusto
Pra quem só lhe foi dedicação"
A entender como o amor foi tão injusto
Pra quem só lhe foi dedicação"
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Chico Buarque como Autor do mês
Depois de muito pensar em quem poderia ser o autor deste mês de novembro de 2015 decidi que não fazia sentido dar o título a outro que não o próprio Chico.
Assim que, este mês, de maneira excecional (porque também ele o é, o cantor e o autor do mês vão ser a mesma pessoa). Para o ficarem a conhecer mesmo bem.
"A felicidade
Morava tão vizinha
Que, de tolo
Até pensei que fosse minha"
Chico e Milton Nascimento
A Lupe propôs na caixa de comentários que desfrutem desta canção do Chico em duo com o Milton Nascimento.
Obrigada Lupe.
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Cantor do Mês - Chico Buarque
Francisco Buarque de Hollanda, mais conhecido por Chico
Buarque (Rio
de Janeiro, 19 de junho de 1944), é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. É conhecido
por ser um dos maiores nomes da música
popular brasileira (MPB). A sua discografia conta com
aproximadamente oitenta discos, entre eles discos-solo, em parceria com outros
músicos e compactos.
Filho do historiador Sérgio
Buarque de Holanda e de Maria Amélia Cesário Alvim, escreveu seu primeiro
conto aos 18 anos, ganhando destaque como cantor a partir de 1966, quando
lançou seu primeiro álbum, Chico Buarque de Hollanda, e venceu o Festival de Música Popular Brasileira com a
música A
Banda. Socialista declarado autoexilou-se na Itália em
1969, devido à crescente repressão do regime
militar do Brasilnos chamados "anos de chumbo",
tornando-se, ao retornar, em 1970, um dos artistas mais ativos na crítica
política e na luta pela democratização no país. Na carreira literária, foi
vencedor de três Prémios Jabuti: o de melhor
romance em 1992 com Estorvo e o de Livro do Ano,
tanto pelo livro Budapeste, lançado em
2004, como por Leite
Derramado, em 2010.
Foi casado por 33 anos (de 1966 a 1999)
com a atriz Marieta
Severo, com quem teve três filhas, Sílvia Buarque, Helena e
Luísa. Chico é irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina. Ao contrário da
crença popular, o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda era apenas um
primo distante do pai de Chico.
Em
1946, mudou-se para a capital São Paulo, onde o pai
assumiu a direção do Museu do Ipiranga. Chico sempre revelou interesses pela
música, tal interesse foi bastante reforçado pela convivência com intelectuais
como Vinicius de Moraes e Paulo Vanzolini.
Em 1953, Sérgio Buarque de Holanda, pai
do cantor, foi convidado para lecionar na Universidade de Roma. A família Buarque de Hollanda, então,
muda-se para a Itália. Chico aprende dois idiomas estrangeiros, na escola fala
inglês, e nas ruas, italiano. Nessa época, compõe as suas primeiras marchinhas
de Carnaval.
Chico regressa ao Brasil em 1960. No ano
seguinte, produz suas primeiras crônicas no jornal Verbâmidas, do Colégio Santa Cruz de
São Paulo, nome criado por ele. Sua primeira aparição na imprensa,
porém, não foi em relação ao seu trabalho, mas sim policial. Publicada, no
jornal Última Hora, de São Paulo, a notícia de que Chico e
um amigo furtaram um carro nas proximidades do estádio do Pacaembu para passear
pela madrugada paulista foi anunciada com a manchete "Pivetes furtaram um
carro: presos".
Em 1998, o artista foi homenageado no Desfile das escolas de
samba do Rio de Janeiro,
pela GRES Estação Primeira de Mangueira, no enredo "Chico Buarque da
Mangueira". A escola verde e rosa dividiu o título de campeã daquele
carnaval com a Beija-Flor de Nilópolis.
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